BEDA,
Christiano Wide - Decidir com a emoção! - Especial #BEDA
Hoje temos Especial #BEDA no "blog month" deste ano! Recebo aqui, meu querido amigo, Christiano Wide, atleta, vegano, membro da elite do Coaching no Brasil, e ser de uma alma repleta de luz e boas vibrações. É com muito prazer que o recebo para o Especial #BEDA de hoje!
Você
já se arrependeu por decisões tomadas no fervor de uma discussão? Tenho certeza
que sim, pois você é um ser humano dotado de emoções. Não estou fazendo
apologia a que você troque os pés pelas mãos, ou dando razão para que seja
franco custe o que custar, mesmo que isso seja o desejo de quase todo mundo.
Todo pico de emoção tem um tempo para acabar, pois como a própria palavra diz: é um pico, é um ponto fora da reta. Em seguida, voltamos à normalidade, voltamos à razão. E aí, como fica esta decisão tomada num estado alterado da emoção, onde relevamos a nossa inteligência emocional para um segundo ou terceiro plano? Logo vem o arrependimento, vem a culpa. Mas pior, sim, pior que uma decisão tomada com emoção, é a falta de humildade em reconhecer o erro. Ficamos dando voltas atrás do rabo, tentando remendar e justificar, dando falsas razões a nossa inteligência (ou falta dela).
É preciso entender que o tempo para respirar, dar uma voltinha para um café, deixar para o amanhã uma decisão, é quase uma utopia. Utopia? Sim, é uma utopia, pois estamos drogados no imediatismo, na velocidade da informação. Atualmente, nós até desconfiamos de quem faz parte do mercado de trabalho e que não utiliza no mínimo duas dessas ferramentas: email, Twitter, whatsapp, Facebook, Linkedin, Smartphone... E o que vem a ser isso? Rapidez no processamento de informações, frente ao estado emocional em que nos encontramos.
Todo pico de emoção tem um tempo para acabar, pois como a própria palavra diz: é um pico, é um ponto fora da reta. Em seguida, voltamos à normalidade, voltamos à razão. E aí, como fica esta decisão tomada num estado alterado da emoção, onde relevamos a nossa inteligência emocional para um segundo ou terceiro plano? Logo vem o arrependimento, vem a culpa. Mas pior, sim, pior que uma decisão tomada com emoção, é a falta de humildade em reconhecer o erro. Ficamos dando voltas atrás do rabo, tentando remendar e justificar, dando falsas razões a nossa inteligência (ou falta dela).
É preciso entender que o tempo para respirar, dar uma voltinha para um café, deixar para o amanhã uma decisão, é quase uma utopia. Utopia? Sim, é uma utopia, pois estamos drogados no imediatismo, na velocidade da informação. Atualmente, nós até desconfiamos de quem faz parte do mercado de trabalho e que não utiliza no mínimo duas dessas ferramentas: email, Twitter, whatsapp, Facebook, Linkedin, Smartphone... E o que vem a ser isso? Rapidez no processamento de informações, frente ao estado emocional em que nos encontramos.
Só que temos que lembrar que o ser humano é um todo, é holístico, é mental, espiritual,
físico e emocional. Conheço pessoas que deixaram de galgar cargos mais elevados
em corporações, pela total falta de habilidade em enfrentar situações adversas.
Conhecemos jogadores de futebol que tiveram suas carreiras abreviadas por
“perder a cabeça” em momentos decisivos, e tendo o mesmo comportamento em sua
vida privada, casais têm acabado com relacionamentos de anos, por discussões
praticamente “bestas” que num estado normal não passariam de um simples
mal-entendido.
Qualquer desequilíbrio provoca uma reação adversa, e dependendo do grau de complexidade da decisão, o resultado pode ser uma grande dor de cabeça para os próximos anos. Quando você estiver alterado, quando estiver num momento de estresse, faça esta pergunta para si mesmo: ¨- Esta decisão que estou tomando terá reflexos na minha vida nos próximos 3, 5 ou 10 anos?¨
Portanto vale sempre a pena buscar a razão e refletir sobre o correto momento de decidir. Afinal, tomar uma decisão é como assinar um contrato: depois de assinado, temos deveres e obrigações. Não coloque a corda no seu pescoço, pois isso é uma questão de inteligência emocional.
Qualquer desequilíbrio provoca uma reação adversa, e dependendo do grau de complexidade da decisão, o resultado pode ser uma grande dor de cabeça para os próximos anos. Quando você estiver alterado, quando estiver num momento de estresse, faça esta pergunta para si mesmo: ¨- Esta decisão que estou tomando terá reflexos na minha vida nos próximos 3, 5 ou 10 anos?¨
Portanto vale sempre a pena buscar a razão e refletir sobre o correto momento de decidir. Afinal, tomar uma decisão é como assinar um contrato: depois de assinado, temos deveres e obrigações. Não coloque a corda no seu pescoço, pois isso é uma questão de inteligência emocional.
Por Christiano Oscar Wide
christiano.wide@gmail.com


Adorei o post e estou totalmente de acordo em exercitar o hábito de buscar a razão sempre. Nem sempre a gente vai conseguir, porém isso não é motivo para deixarmos de nos aproximar de uma racionalidade. Cada passo em direção a ela é, pra mim, um para mais longe desse "primitivismo" do qual parecemos cada vez mais vítimas =S
ResponderExcluirEu sabia que só ia ter coisa boa nesse blog! *-*
Parabéns Coaching Cristiano Wide!
ResponderExcluirSuperação é a sapiência da vida.
Superar não é escolha, é necessidade.
A boa leitura é sempre gratificante e nos faz, realmente, refletir sobre nossas prioridades.
Jane Di Lello.