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MORRI DE AMOR: E AGORA?

06:35 Equipe Das Letras 1 Comments


Foto Kinoru Press
Amor é quando você olha para a pessoa e se perde em você mesmo! Quando fica esperando o exato momento de um sorriso, para dar aquele “print”  do momento e nunca mais esquecer. Rezar a todos os deuses por um único tocar de mãos. É quando um abraço vale mais que qualquer dinheiro, e um beijo, seria estar no trono do próprio paraíso.
Amor tem dessas coisas, deixa todo mundo meio abobalhado, rindo a toa, ouvindo o som dos pássaros, admirando o por do sol, o barulho alegre das crianças que brincam na praça, o cheiro das flores. Amor é tão estranho que até mata. Sim! Mata de paixão os que admirando as estrelas atravessam a rua sem olhar para os lados. Como se existisse lado para quem ama. Quintana já dizia que o melhor é morrer de amor e continuar vivendo.
Aquele abraço de despedida, quando ambos vão para o mesmo lado, rostos se encontram, o sorriso brota no rosto, você tem certeza que já não apenas ama, mas é amado também. Saem os dois, o que ama, e o que ama também, rindo, quase gargalhando por ter a certeza da reciprocidade, que é a eterna busca dos apaixonados. Ainda que muitos chamem de piegas, amor nunca sai de moda. Amor é como aqueles potinhos com água e açúcar que você coloca para os passarinhos, enquanto tiver água, eles voltam. Coração é assim, enquanto houver espaço para amar, ele não morre.
Há quem pense que deixar de amar poupa de sofrimento, sabe pouco da vida o que assim pensa. Amar não traz sofrimento, apenas mostra ao que ama a lembrança do que é estar vivo. O que seria do canto dos pássaros, do pôr do sol, do burburinho das crianças se não fossem os apaixonados? Um mundo sem cartinhas de amor coloridas com caneta Bic, livrarias que não mais venderiam rolos e rolos de papel crepom. Cartões que jamais sairiam das prateleiras. E as rosas? Ah! Como são lindas as rosas vermelhas que circulam entre aqueles que se amam. Amor é necessidade, é parte, processo, construção e evolução. Só quem ama sabe a verdadeira aventura de largar as rédeas da própria vida nas mãos do ser amado.
A minha amada pode até ter partido, mas meu coração, volta e meia, torna-se novamente um eterno enamorado.
Pensar não dói. Amar também não! 
Texto: Patrick René - contato@patrickrene.com.br
Edição: Bianca de Lucca - bianca.delucca@patrickrene.com.br 

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Um comentário:

  1. Lindo seu texto querido Patrick!
    Falou de amor meu coração dá pulos de felicidade. Rs.
    O amor é o melhor presente que se pode compartilhar.
    Jane Di Lello.

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