Silvia Pilz

Nigela

11:29 Equipe Das Letras 0 Comments

A mulher propriamente dita é aquela que não se encaixa em sub-rótulos, é mulher e ponto. Nada mais nem menos que isso. Pode administrar a mais alta corporação financeira se tiver vontade e competência para isso, e ainda pode perder horas na escolha da cor de um batom e preparar um belo prato, numa quinta-feira a noite, enquanto aguarda o marido chegar em casa. Pode se assim desejar ter filhos, e os cuidar, amar, dar educação, ensinar os padrões morais que a nortearam e zelar por seus filhos sem transformar a educação deles em um drama. Essa mesma mulher dirige, faz compras, briga com o marido, com os filhos, implica com a sogra e assiste novela, ou simplesmente liga a televisão na Globo News e assiste Manhattan Connection ou Nigela Lawson. Toda mulher adora a Nigela. É impressionante. Essa mulher pode ter uma esposa e não um marido.

Ela cuida do seu parceiro, e pode até arrumar um amante. Ela se apaixona, se entrega, se lança, ela pulsa, vive, é aquela mistura de emoções com a qual nenhum homem convive com facilidade. Ela é mulher. Criatura incapaz de ser equacionada. Inexplicável, inalcançável. Mulher. Apenas e complexamente mulher. Já o segundo tipo, a feminista, ou como defino e chamo, é um neandertal incansável. Uma vagabunda em busca de álibi. Antes que venham os ataques acéfalos do gado funcional que lê este blog, já me antecipo em dizer que não me refiro aqui as mulheres que lutam e lutaram a duras penas para conseguir seu lugar ao sol.  

Essas estão acima. Me refiro aqui as militantes pagas por organizações de cunho político e que vivem em função de manifestações fazendo o que mais amam e não têm coragem de admitir: Prostituir-se. Esse subtipo de mulher, tipo 2, é de péssima qualidade. Goethe já dizia que “não há nenhum sinal externo de polidez que não tenha um profundo fundamento moral” – Mas é isso exatamente o que elas querem: Subverter toda e qualquer moral. E quem discordar? Bem, esse é rotulado como preconceituoso, machista, fascista, direita caviar e tudo mais que a esquerda golpista e criminosa deste país as tenha ensinado a chamar àqueles que não se conformam nem se convencem com seus discursos.

Logo feminismo nos dias de hoje é isso, um bando de perdidas a procura de um álibi para suas vergonhosas atuações [manifestações inexpressivas e patéticas]  e acompanhadas por algumas trouxas que pensam estar lutando por alguma coisa que não seja o direito a correr atrás do próprio rabo. 

Agradeço pelo fato de que a maioria das mulheres é do tipo 1.

A essas parabenizo pelo dia 8 de março. Merecem. Sua beleza é que na verdade é o real sol do mundo. As do tipo 2, se um dia perpetuassem-se na terra, eu diria: Mandem-me os homens, escolherei um para chamar de meu. A dona deste blog, que me deu a honra de ocupar este espaço um parabéns duplo: Por ser mulher tipo 1, e por ter a coragem de manter-se longe do que não presta e ainda expor em textos seu asco pelas coisas do tipo 2.

Patrick Rene para o Blog da Silvia Pilz

www.silviapilz.com.br 

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