Amor,
Em verdade, amor seria a “perfeição dos números” de Pitágoras. Mas como amor e números? Bom, quando a soma dos divisores de um número é igual a ele mesmo temos então um número perfeito. Assim como no amor é preciso uma união de duas partes distintas para se tornarem um só e completo componente.
Em verdade, Amor seria a ideia “beleza” no mundo das ideias de Platão. Na doutrina platônica, há um mundo perfeito onde se encontram os Conceitos. Para cada tipo de objeto existente nesse universo, há um correspondente perfeito no mundo das ideias. Assim, o amor exteriorizado seria uma face do “belo” correspondente no nosso mundo.
Em verdade, Amor seria parte da definição aristotélica de “felicidade”. Para o filósofo grego, todo homem possui um fim. Sendo assim, a felicidade seria o fim de todo homem. No entanto, para que exista essa felicidade precisamos do amor. O amor é então um meio para chegarmos ao fim último do homem, a felicidade.
Em verdade, Eros seria o “puro prazer” do hedonista Epicuro. O epicurista procura sempre a melhor maneira de buscar o prazer no mundo. Ora, podemos falar de um prazer mais que traga menos sofrimento do que do prazer de amar verdadeiramente? Um verdadeiro amor é incapaz de causar angústia em seu amado
Em verdade...
Em verdade, amor seria o conceito heraclitiano de “razão”. Uma força ordenadora que rege o mundo e se encontra por trás da materialidade que percebermos através das janelas da alma.
Em verdade, amor seria a “perfeição dos números” de Pitágoras. Mas como amor e números? Bom, quando a soma dos divisores de um número é igual a ele mesmo temos então um número perfeito. Assim como no amor é preciso uma união de duas partes distintas para se tornarem um só e completo componente.
Em verdade, Amor seria a ideia “beleza” no mundo das ideias de Platão. Na doutrina platônica, há um mundo perfeito onde se encontram os Conceitos. Para cada tipo de objeto existente nesse universo, há um correspondente perfeito no mundo das ideias. Assim, o amor exteriorizado seria uma face do “belo” correspondente no nosso mundo.
Em verdade, Amor seria parte da definição aristotélica de “felicidade”. Para o filósofo grego, todo homem possui um fim. Sendo assim, a felicidade seria o fim de todo homem. No entanto, para que exista essa felicidade precisamos do amor. O amor é então um meio para chegarmos ao fim último do homem, a felicidade.
Em verdade, Eros seria o “puro prazer” do hedonista Epicuro. O epicurista procura sempre a melhor maneira de buscar o prazer no mundo. Ora, podemos falar de um prazer mais que traga menos sofrimento do que do prazer de amar verdadeiramente? Um verdadeiro amor é incapaz de causar angústia em seu amado
Bruno Xavier
Twitter: @TeoriaDeBigHeel
E-mail: bruno-rosario-xavier@hotmail.com


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